Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

História da depilação


A presença excessiva de pêlos no corpo é um problema de todos os dias e de todas as mulheres, que já vem do tempo da antiga Grécia. Em 2000 a.C., as mulheres gregas arrancavam os pêlos com as mãos, ou queimavam-nos com cinzas quentes sobre a pele.

A dor era tanta que as sacerdotisas dos templos de Creta ingeriam uma bebida forte, que entorpecia o corpo. Uma espécie de anestesia que evitava assim o sofrimento. A história nos revela que em 1500 a.C. os homens também removiam os pêlos com um depilador feito de sangue de diversos animais, gordura de hipopótamo, carcaça de tartaruga e trissulfeto de antimônio.

O primeiro instrumento usado na depilação data do tempo da Grécia antiga e chamava-se Estrigil, instrumento adaptado pelas mulheres romanas, que consistia numa varinha de 16 a 30 centímetros de comprimento com a ponta curva. As mulheres passavam no corpo uma pasta à base de vegetais, cinzas e a argila, raspando posteriormente a pele com o Estrigil.

Ao longo dos anos, os pêlos foram sempre considerados algo de supérfluo. E até de repugnante e maléfico, no caso das mulheres muçulmanas, que tinham como hábito rapar o corpo todo.
Elas usavam um xarope espesso, composto de açúcar e sumo de limão, que, diziam, ajudava a extrair os pêlos.

Os egípcios foram, por seu turno, os primeiros a utilizar o extracto de sândalo, a argila e a cera de abelhas, ingredientes que dariam origem à depilação com cera tão em voga entre nós.

Os romanos também se referem a composições depiladoras, algumas das quais continham soda cáustica como destacado ingrediente.

Cleópatra tirava seus tão indesejáveis pêlos com faixas de tecidos finos banhados em cera quente.

Embora os depilatórios químicos sejam considerados uma invenção contemporânea, o processo para remoção dos pêlos através de decomposição química surgiu na Antigüidade. Na realidade, durante séculos seu desenvolvimento ficou adormecido e diversas outras alternativas foram introduzidas.

É no século XX, porém, que a depilação se torna uma questão de higiene, bom gosto e elegância.
Nos anos 20 e 30, a depilação era apenas feita nas pernas, enquanto a zona púbica não era delineada, nem tão pouco as axilas. No início da segunda metade do século, a depilação das axilas é a grande conquista, generalizando-se a prática da depilação. Apenas as mulheres naturistas mantém tudo... ao natural. Finalmente, nas duas últimas décadas, a adesão passa a ser total, sendo a depilação feita nas pernas, axilas, braços e, por vezes, na região púbica de mulheres e também de homens.

Créditos: Pello Menos

domingo, 3 de janeiro de 2010

8 coisas que devem ser feitas antes de ir ao ginecologista


Ir ao ginecologista periodicamente é fundamental. Mas, quando a data da consulta se aproxima, algumas dúvidas costumam povoar a cabeça das mulheres: "Devo ou não me depilar?", "Posso manter relações sexuais no dia?", "É importante usar a ducha vaginal?". Para esclarecer essas e outras perguntas, confira oito dicas do ginecologista Eliano Pellini, chefe do setor de saúde e medicina sexual da Faculdade de Medicina do ABC.

1) A mulher não precisa estar depilada para ir ao ginecologista. Os pelos, além de proteger, indicam ao médico a quantidade de hormônios femininos e masculinos. Se quiser, pode depilar-se sem excesso, evitando irritações, como é permitido no dia a dia. Ou seja, nada de opções artísticas, com formatos de flores e corações, hein? "A recomendação para ficar confortável com o biquíni ou a calcinha sem deixar a região exposta é depilar três dedos acima do clitóris e deixar dois dedos nas laterais. Os pelos não podem ser muito curtos, por isso, devem ter dois dedos de altura."

2) Tire da cabeça a ideia de usar ducha vaginal. Ela prejudica o exame de papanicolau.

3) Tomar banho não atrapalha os exames. Siga o conselho anterior e use sabonetes com pH ácido (entre 3,5 e 5) sempre.

4) Se possível, urine antes da consulta. É que o instrumento que abre a vagina pode causar certo desconforto na bexiga, o que torna o exame mais incômodo. O papel higiênico ou o lenço úmido não pode ser esfregado, apenas deve tocar o local para absorver o líquido. "Caso contrário, os fragmentos do papel ficam colados e é preciso usar uma solução de soro para tirá-los, o que costuma deixar a mulher constrangida."

5) Por mais que esteja com vontade, não tenha relações sexuais no dia anterior e, muito menos, no dia de ir ao médico. O esperma e a camisinha alteram o pH, e o contato sexual promove descamação da pele. Portanto, guarde suas fantasias e desejos para depois.

6) O ideal é agendar a consulta entre cinco a sete dias após a menstruação, quando as mamas estão mais macias. A menstruação pode atrapalhar a coleta de alguns exames.

7) Não use cremes vaginais por dois ou três dias.

8) Informe tudo ao médico, sem constrangimentos. A lista de detalhes importantes a serem informados conta com o uso de pílula e de antibióticos, contato com doenças sexualmente transmissíveis, cirurgia ginecológica, parto, aborto, desconforto sexual, dificuldade para colocar ou retirar absorvente interno, entre outros.

Créditos: Patricia Zwipp - Terra - Vida e Saúde

Atenção! Esse blog é pura fantasia de uma utopia! As postagens não expressam a opinião da autora.

  ©Template by Dicas Blogger.

TOPO